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Cidadãos Por Coimbra | Newsletter 03

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Cidadãos Por Coimbra | Newsletter 03
4 de abril de 2013  

No dia 27 de abril, sábado, todos juntos vamos dar mais um importante passo no Movimento Cidadãos Por Coimbra. Um dia dedicado a discutir a cidade e o concelho que queremos, como o vamos fazer e com quem. Em breve teremos mais novidades sobre este encontro, mas para já temos um importante apelo a fazer: para conseguir a mais ampla participação é importante que sejamos muitos.

Pedimos concretamente que cada apoiante consiga mais dois apoiantes.

É importante aumentar a nossa lista de apoiantes e sensibilizar as cidadãs e os cidadãos para que nos escrevam a dizer porque estão com esta proposta de mudança e o que querem para Coimbra.

Podem escrever-nos para cidadaos.coimbra@gmail.com. Vamos ser cada vez mais na nossa causa que é Coimbra.

 

PORQUE APOIO O MOVIMENTO

Até ao momento José António Bandeirinha, Elísio Estanque, Ricardo Castanheira, José Augusto Xavier Nunes, António Rodrigues e João Vasco Barata já o disseram. 


José António Bandeirinha
"As razões das minha adesão ao Movimento Cidadãos por Coimbra prendem-se, no essencial com a conquista de uma legitimidade. E essa é a de uma ambição para Coimbra. A ambição para Coimbra só pode ser a de uma cidade europeia, cosmopolita e culta, tolerante e integradora, autónoma e acolhedora para os jovens, acessível e reciprocamente virada para o mundo, paraa sua região e, convém nunca esquecer, para si própria. Em suma, uma Coimbra voltada para a necessidade de se assumir como a cidade que verdadeiramente tem direito a ser, e não condenada à mumificação decadente daquilo que alguns pretendem que foi. Essa é a legitimidade da nossa ambição."

(depoimento lido na apresentação pública da candidatura no dia 4 de março, no Café Santa Cruz)  



Elísio Estanque
"Caros e caras amigos/as e companheiros/as,
O movimento Cidadãos por Coimbra constitui uma iniciativa a que me orgulho de estar ligado deste a sua origem. Coimbra tem todas as condições para ser exemplar nas respostas que pode dar a diversos problemas sociais, cuja solução apela ao exercício da cidadania ativa. Coimbra tem o riquíssimo património histórico, cultural e urbano, mas tem sobretudo o património das pessoas, do conhecimento e da inteligência imaginativa para romper com o cerco que a atirou para o estatuto sombrio de “província” e a mantém amarrada à mediania. Coimbra tem de se projetar no futuro, potenciando tudo o que tem de melhor, incluindo o seu passado de irreverência e ousadia no terreno social e político. Embora de longe, procuro estar presente e contribuir para que a este movimento não falte o ânimo nem a irreverência. 
Desde o início que muitos de nós tentámos promover a convergência entre as esquerdas em torno de um projeto alternativo para a cidade. Infelizmente muito responsáveis partidários ainda não perceberam que o tempo é de abertura e não de fechamento, que os tempos atuais e a crise que o país vive exigem ousadia e consensos alargados, e recusam o habitual calculismo eleitoral, da mera troca das cadeiras do poder para que tudo fique na mesma. No país ou nas autarquias é disso que os portugueses estão fartos, como justamente se tem gritado em cada manifestação: “O Povo é quem mais ordena!”. Acredito que, também em Coimbra, os movimentos sociais e o associativismo local se irão mobilizar para criar uma nova dinâmica para as próximas eleições autárquicas. E espero que este movimento seja capaz de mostrar, no terreno, que podem existir respostas inovadoras para as atuais dificuldades, e que é possível travar o empobrecimento, revigorar a democracia e reinventar o desenvolvimento local (com mais indústria, mais emprego, mais tecnologia, mais cultura, mais Universidade, mais cidade e mais cidadania).
Campinas, SP, 1 de março de 2013.
Elísio Estanque"


(Mensagem enviada por Elisio Estanque à sessão de apresentação do Movimento Cidadãos por Coimbra, no dia 4 de março)  


Ricardo Castanheira
"Num mundo globalizado as cidades readquiriram relevância enquanto espaços de criatividade e de produção intelectual, cultural e económica. Coimbra tem todas as condições para ser uma cidade com um futuro tão grandioso quanto o seu passado. O atavismo não é uma fatalidade. Este movimento novo, plural e eclético apresenta-se como um sinal dos tempos e de esperança. Tudo, por Coimbra!"

(Mensagem enviada por Ricardo Castanheira para leitura na sessão de apresentação do Movimento Cidadãos por Coimbra, no dia 4 de março) 



José Augusto Xavier Nunes
"Não sendo natural de Coimbra, apenas residindo cá há cerca de sete anos, sempre ouvi dizer que Coimbra era a terceira cidade do país. Acreditando nisso vim para cá a convite de um amigo meu, sonhando com serenatas e tertúlias de estudantes, cultura, debates e diálogos.
Consegui emprego na Protecção Civil,como Vigilante Florestal, e promessas de um futuro duradoiro. Tudoem vão. Depressa me vi no desemprego e a correr atrás de uma qualquer oportunidade de ter um trabalho digno, e fui passando por ali e acolá, sendo cada vez mais estreitas as portas por onde passar, até ficar rendido e reduzido ao Rendimento de Inserção Social, sempre descendo os patamares das prestações sociais (subsídio de desemprego; subsídio social de desemprego; RSI). E assim fui sendo “empurrado” para outras realidades, na mesma proporção em que avanço na idade.
Os sonhos de uma Coimbra de Cultura, combativa, dinâmica, dialogante, desvaneceram-se e o meu olhar foi reparando em estupidez, apatia, autismo e mutismo. Degradação a rondar cenas de filmes de terror de má qualidade e quase barbárie... por uma rixa dão-se quatro facadas num sujeito, ameaças constantes entre pares, palavreado obsceno berrado a plenos pulmões na madrugada, etc, etc.
Por razões económicas vim morar para a Baixa. E constatei outra realidade e outras realidades individuais; demasiadas pessoas a viverem em meros tugúrios, de rendas exorbitantes, em nada correspondentes à Qualidade de Vida Urbana e Meio Ambiente. Muito menos à condição exigida por lei moral de dignidade da pessoa humana. Este é o antro dos excluídos da sociedade que por aqui procuram mitigar a sua miséria... enquanto as classes mais protegidas assobiam para o lado.
Claro que tudo isto não é exclusividade da cidade de Coimbra, por esse país fora assim vamos palmilhando um caminho que ninguém sabe onde vai dar. Sendo obrigatoriedade de quem governa iluminar esse caminho e nunca promover as trevas, acalentar a ignorância, ou disseminar a destruição. Mais de metade da cidade de Coimbra são escombros, de leste a oeste, de norte a sul.
Portanto, para além da minha vivência e sonhos pessoais, o que me rodeia, esta cidade, parece como que ressurgida de um documentário a preto e branco sobre as desgraças do pós-guerra. Indústria desmantelada, restando os monstros industriais arqueológicos, comércio abandonado, recato para gatos e ratos, e, mais preocupante uma população adormecida à sombra de uma Universidade, de uns Hospitais e de mais uns poucos serviços, numa amálgama de urbano-campónio. Por um lado os mais envelhecidos a propagarem as virtudes do trabalho de uma enxada e os mais jovens a porem-se em bicos de pé para se fazerem de cosmopolitas. Uma sinistra indefinição que em nada corresponde ao meu sonho adiado de uma Coimbra Culta, Fraterna e Combativa. Uma modorra...
Não sabendo exactamente porque aderi ao Movimento, sei que algo tem de ser feito por esta cidade, algo esse que pelo que se pode ver nunca foi feito por quem almejou os poleiros da autarquia, e restituir-lhe o “título” de terceira cidade do país! Se este é o Movimento certo, não sei !
Sendo suficiente para mim a sua apresentação como apartidário e proponente de uma Coimbra descrita nos sete pontos da carta de apresentação.
Poderá, eventualmente, este meu texto deixar transparecer algum estado de alma de um descontente, mas Coimbra não merece a figura e os contextos que neste momento apresenta! Merece a dignidade e a respeitabilidade de uma cidade participativa no desenvolvimento do país e da comunidade em geral, representada em figuras conceituadas pela sua ética, imparcialidade, moralidade, respeito pela comunidade e pela população !
Porque não aceito esta degradação generalizada, promovida em longos anos por figuras dúbias dependentes de mamarrachos políticos, digo SIM ao Movimento Cidadãos por Coimbra!"

 



António Rodrigues 
Todos por Coimbra, esta é a hora!
Sim, eu sei!

Para alguns padecerei de uma das piores máculas destes tempos que são os nossos. Porque, segundo eles, terei tido a “imprudência” de, não há muito tempo, me filiar num partido, no caso, o Bloco de Esquerda. 
Para esses, poucos quero crer, estarei contaminado por uma qualquer maleita que os leva a assumirem uma atitude de segregacionismo evocadora daquela com que, em tempos remotos, se contemplavam leprosos, tuberculosos, hereges… e, mais recentemente, ciganos, judeus, árabes, mulheres, homossexuais, sei lá…
Contudo, civicamente, de que poderei ser acusado?
De ser um ativista das grandes causas da humanidade, que a insanidade dominante no tempo presente se encarrega de colocar cada vez mais em desuso? As causas da liberdade, da igualdade, da fraternidade?
De lutar por uma democracia plena - que não exclusivamente a das liberdades formais -, mas também a dos direitos económicos e sociais para todos? Da que coloca a vertente representativa e parlamentar em equilíbrio com a democracia participativa? Da que defende que cada cidadão é verdadeiramente um cidadão, não havendo lugar a discriminações ou exclusões?
Por isso ousei, nos “tempos difíceis”, ainda imberbe, iniciar-me na vida coletiva desse referencial coimbrão na luta contra a ditadura, que foi o Ateneu de Coimbra. Já na Universidade, lutar pela reabertura da AAC, então encerrada pela PIDE/DGS e, mais tarde, no trabalho cultural dum dos seus Organismos Autónomos - o GEFAC. E, com a revolução democrática, como dirigente eleito da Direção Geral da AAC.
Não sem que, antes do 25 de Abril, tivesse deixado de engrossar as fileiras da Oposição Democrática quando, em 1973, foi lançada a campanha “Por um Recenseamento Eleitoral Democrático” ou na preparação do Congresso da Oposição Democrática de Aveiro, também em 1973. 
Em unidade com tantos democratas e antifascistas, fossem eles cristão, ateus, socialistas, comunistas, ou tão simplesmente cidadãos inconformados que ousavam lutar pelo fim da ditadura e pela instauração da democracia em Portugal.
Militante do PCP desde os primeiros dias da democracia, abandonei-o por volta de 2000. Sem rancores ou ressentimentos. Razões? O entendimento de que a luta pelos ideais do progresso social e pelo aprofundamento da democracia obrigavam a inexploradas aberturas à esquerda, à criação de novos diálogos com novos atores, à construção de novas plataformas, sem lugar a exclusões ou preconceitos. Desde que apontadas ao progresso social, ao reforço da Democracia plena, à salvaguarda das “conquistas de Abril”.
Como profissional – médico – engajei-me na construção, aprofundamento e defesa do Serviço Nacional de Saúde. Dessas atividades recordo a participação no executivo de Santana Maia que promoveu a democratização da Ordem dos Médicos, ou a atividade na Associação Portuguesa dos Médicos de Família, apontada ao erigir duma medicina familiar e de cuidados primários de saúde que se constituíssem como referenciais de uma melhor saúde para os todos portugueses. Mas também como membro da Unidade de Missão para os Cuidados de Saúde Primários que promoveu um dos mais relevantes avanços recentes no nosso sistema de saúde – o lançamento das Unidades de Saúde Familiar.
Sempre em coletivos diversos e plurais.
Mais recentemente, e já como membro do BE, foi a campanha presidencial de Manuel Alegre. E o Congresso das Alternativas. E a Auditoria Cidadã à Dívida. E a participação em pontos altos de afirmação da cidadania: foi o 15 de setembro, foi o 2 de março…
Sempre e sempre em unidade. Na busca do alargamento dessa unidade. Tornando-a efetiva, porque atuante. Cultivando a diversidade e a pluralidade, fontes inestimáveis da criação dessas novas plataformas, passos necessários para novas conquistas…
Daí que, naturalmente, tenha aderido, logo desde a primeira hora, ao movimento “Cidadãos por Coimbra”. 
E que melhor espaço para me (re)encontrar com tantas e tantos com quem ao longo de todos estes anos, mesmo que com trajetos diversos, mesmo que nem sempre em convergência, se empenharam no contrariar da degenerescência democrática em que hoje nos encontramos mergulhados? Mas também com muitos, muitos mais, todos aqueles que agora aparecem de novo. 
Com todos os aderentes a este Movimento, sem exceção, só posso partilhar as únicas coisas que julgo saber dar: a vontade, a lealdade e a fraternidade. Sem lugar a qualquer propósito ou ambição pessoal.
Aos partidos e aos seus militantes, a ativistas de outras organizações ou grupos, a cada cidadão livremente aderente a este movimento só irei exigir o que de mim próprio exijo: a lealdade. E quero anunciar que, quando esta possa ser colocada em causa - o que sei que não virá a acontecer –, saberei manter-me intransigente na denúncia necessária.
A todos os que agora agarram esta luta pela qualificação da nossa cidade e da nossa democracia, sei-o, unem-nos os princípios, a ética, as práticas…
A maioria são cidadãos independentes? 
Alguns são ou foram militantes partidários? 
E isso, o que interessa?
A unidade constrói-se no respeito pela pluralidade e pela inclusão. 
Nunca pela unicidade e pela exclusão.
Por isso afirmo:
Todos por Coimbra, esta é a hora!

   



João Vasco Barata 

Escrever a motivação que me leva a apoiar este movimento seria, no essencial, o mesmo que projectar a cidade de Coimbra que eu gostaria que existisse. Uma coisa culminará na outra, não são dissociáveis e, também por isso, este movimento tem de contar com o apoio de todos aqueles que se cansaram de tudo quanto mina a nossa cidade. 
Tenho 25 anos, nascido e criado em Coimbra e, olhando para trás tanto quanto a minha memória me permite, vejo que a minha cidade está igual. Está bem, expandiu-se alguma coisa, os penteados mudaram, as roupas também, tudo está mais moderno... mas tudo está igual. Talvez por tudo em Coimbra ser lento, por se gostar da estabilização dos costumes ou, se quisermos dizê-lo de uma maneira menos eufemística, por quase tudo ser permitido em Coimbra, é que nos propõem de um lado o primeiro Presidente da Câmara de que eu me lembro e, por outro, o já Presidente da Câmara que, e não creio que esteja enganado, nunca os cidadãos de Coimbra legitimaram para exercer tais funções. “É um mecanismo que a democracia permite e à semelhança do que já foi feito noutros municípios” - dizem eles. Talvez a democracia possa ser subvertida mas abandonar os princípios éticos básicos será um caminho que os cidadãos conimbricenses não podem aceitar por muito fumo que vá ser lançado até à hora da decisão. 
Coimbra é um alvo fácil. Diria mesmo que a esmagadora maioria das cidades o é. Porém, a maioria das cidades não é a minha cidade. É um alvo fácil porque com uma rede de contactos bem elaborada, em que cada um assume o seu cargo, zelando pelo seu posto mas não pondo em causa os interesses do grupo, que nunca pode cair, se consegue pôr num colete de forças qualquer rasgo que possa vir de fora desta rede de contactos. Coimbra está na mesma porque as pessoas são as mesmas (não queria voltar a isto, mas não basta olhar para quem nos apresentam como solução para chegar a esta conclusão?). Perpassa pela nossa sociedade uma pessoalização que, diga-se, se pessoaliza várias vezes, que cansa, que estagna a cidade. O prato que Coimbra dá aos seus cidadãos é invariavelmente o mesmo, as rotinas culturais, desportivas e cívicas são sempre as mesmas e tornam Coimbra numa cidade desinteressante no dia a dia. Faça o leitor o exercício de pensar em todos os meses do ano e vai ver que consegue dizer o que acontece em cada mês e com quem.
No entanto, o potencial de Coimbra, de quatro em quatro anos é trazido para a praça pública. Este potencial é tão grande que, dizem-nos, é uma inevitabilidade Coimbra tornar-se na terceira maior cidade de Portugal. Falam de uma cultura de exigência mas não acreditam nela porque, e esta afirmação parece-me ser clara, essa cultura não lhes interessa, não é útil para o programa (o que praticam, não o do papel) que os motiva. Acaba o circo eleitoral e lá se fazem os favores aos mesmos de sempre, os lobbys são reforçados e os cidadãos ficam com uma cidade previsível, cómoda. Não haverá mais ninguém a querer mostrar-se em Coimbra ou será que o nosso mercado está tão fechado num círculo de pessoas que não querem dar mais espaço a outros? 
Esta ideia é reforçada se olharmos para alguns dos marcos da nossa cidade ou não fosse conhecido de todos nós o cliché dos microcosmos, com os mesmos vícios, em que se tornaram algumas instituições de Coimbra. O bom de ser um cliché é que já é partilhado por muitos, muitos que estão fartos de ver a sua cidade apática. 
Apoio este movimento porque Coimbra precisa de uma mudança e não de um regresso ao passado que, como pude partilhar, continua a ser o presente. Porque estou solidário com todos os que ansiavam por uma resposta daqueles que mais se interessam pelo bem da nossa cidade: os seus cidadãos. Apoio este movimento para mudar a cidade e para, de facto, lhe dar as oportunidades de se tornar uma cidade melhor. Sem demagogias, sem populismos, sem vamos ser a Roma do Império Romano, sem nada disto, mas com cidadania, ética, com oportunidades justas e não com uma sociedade previsível. Muitos criticam a história coimbrã, as suas tradições e até as suas lendas. De quem nada tem há décadas, queriam que se orgulhassem de quê?  

LISTA DE APOIANTES

Abílio Hernandez Cardoso - professor universitário

Adriana Bebiano - professora universitária

Adriana Teixeira - professora universitária

Adriano Pedroso de Lima - professor aposentado

Afonso Queirós - engenheiro informático

Albino Rodrigues - profissional de seguros

Alexandra Correia Silva - formadora, doutoranda

Alexandra Teles Mestre - técnica superior

Alexandre Sousa Carvalho - investigador, doutorando, músico e

ativista

Ália Rodrigues – investigadora

Alice Castro - médica

Álvaro Garrido - historiador, professor universitário

Américo Santos - aposentado

Ana Boavida - designer de comunicação

Ana Cancela de Amorim - professora

Ana Carolina Gomes - estudante

Ana Cristina Santos - investigadora, ativista de direitos LGBT

Ana Machado - professora

Ana Mafalda Martins - investigadora

Ana Parada da Costa - formadora

Ana Pato Catroga - professora

Ana Paula Quaresma - professora

Ana Paula Santos - professora

Ana Pinto Jorge - tradutora

Ana Pires - geógrafa

Ana Raquel Matos - investigadora

Ana Santos Caldeira - aposentada

Ana Sofia Cabral - psicóloga

Ana Sofia Veloso - assistente de edição

Ana Teresa Cristo - professora universitária

Ana Viana da Fonseca - estudante

Anabela Malaca - funcionária pública

Anabela Marisa Azul – bióloga

Anabela Tavares - professora

Andreia Araújo Oliveira - explicadora

Andreia Monteiro da Costa - professora

Antoine Pimentel - formador

Antónia Boavida - professora aposentada

António Augusto Barros - encenador

António Brito Dias - professor

António Coelho Alves

António Coelho Cardoso - oficial superior aposentado

António Dias Figueiredo - professor universitário aposentado

António Fonseca Andrade - engenheiro civil

António José André - professor

António Lebre da Costa - estudante

António Lopes Campos - engenheiro electrotécnico aposentado

António Marinho Silva - médico

António Nunes de Sousa - funcionário público

António Pinto Loureiro - professor

António Rafael Amaro - professor universitário

António Ramos de Carvalho - aposentado

António Rodrigues - médico de família

António Santos Queirós - professor, investigador

António Sousa Ribeiro - professor universitário

Armanda Matos - física, médica

Armindo Gaspar - comerciante

Artur Costa - professor

Augusta Mateus - aposentada

Aurora Quaresma - professora aposentada

Benjamim Pereira - professor do ensino superior politécnico

Berta Marques - técnica de ATL

Boaventura Sousa Santos - sociólogo

Bruno Filipe Santos - professor universitário

Bruno Sena Martins - antropólogo

Carla Marques - geóloga

Carla Santos Silva - médica

Carla Sofia Gameiro - psicóloga

Carlos Caldeira - consultor

Carlos Fernandes dos Santos - aposentado

Carlos Fortuna - sociólogo, professor universitário

Carlos Gonçalves - professor universitário

Carlos Manuel Pinto - artesão

Carlos Pina Ribeiro - engenheiro electrotécnico

Carlos Rodrigues - supervisor

Carlos Sá Furtado

Carlos Silva Santos - desempregado

Carlos Teixeira Araújo - bancário aposentado

Cassia Mendes - professora

Catarina Martins - professora universitária

Catarina Pereira da Silva - professora

Catarina Rodrigues - investigadora

Célia Alcobia - professora

Celine Veríssimo - arquitecta

Celso Bento - jardineiro

Cesaltina Saraiva

Clara Melo Serrano - bolseira de investigação cientifica

Clara Moura Lourenço - professora

Cristina Crespo de Carvalho - enfermeira

Cristina Dias - jurista

Cristina Parreira - médica

Cristina Vogado - assistente operacional

Cynthia Ferraz Silva - professora

Daniel Pinto - inspector tributário

Daniela Nascimento - professora universitária

Diana Silva - professora

Dina Gaspar - economista

Diogo Ferreira - comissionista

Edgar Abreu - enfermeiro

Edite Dinis - psicóloga

Elísio Estanque - sociólogo

Elsa Lechner - antropóloga

Elsa Ligeiro - editora

Elsa Santos - assessora parlamentar

Emília Russo - enfermeira aposentada

Ernesto Costa - professor universitário

Eva Queiroz de Matos - jornalista

Fabrice Schurmans - investigador

Fausto Pureza - funcionário público aposentado

Fernanda Barros - empregada doméstica

Fernando Aidos - professor universitário

Fernando Coelho - médico

Fernando Fontes - sociólogo

Fernando Manuel Seabra - desempregado

Fernando Padilha - farmacêutico

Fernando Santos - médico

Filipe Carvalho Ribeiro - estudante

Francisca Moreira - fotógrafa

Francisco Amaral - professor, realizador de audiovisuais

Francisco Moutinho dos Santos - médico

Francisco Pires - designer

Francisco Soares Oliveira - assistente técnico

Francisco Veiga - comerciante

Frederico Dinis -

Frederico Martinho -  arquitecto

Gil Ribeiro - urbanista

Gonçalo Araújo Rocha - informático

Graça Madeira da Silva - professora

Graça Simões, professora - formadora

Graça Trindade - professora

Hélder Wasterlain - artista

Helena Gomes - professora

Helena Margarida Pinto - técnica da segurança social

Henrique Canelas - pasteleiro

Hermes Costa - professor universitário

Hugo Andrade - arquitecto

Hugo Dias - sociólogo

Hugo Santos Alves - trabalhador/estudante

Inês Avelãs Nunes - estudante

Ireneu Machado - professor aposentado

Íris Filipa Santos - estudante

Isa Esteves - operadora de loja

Isabel Campante - consultora de comunicação

Isabel Cristina Pires - psiquiatra

Isabel Ferreira dos Santos - técnica superior

Isabel Maria Luciano - funcionária pública aposentada

Isabel Queiroz - funcionária pública

Iuliana Filimon Gonçalves - bibliotecária

Joana Costa - doutoranda

Joana Costa Brites - professora universitária

Joana Filipa Cardoso Amado - estudante

Joana Pires Araújo - consultora em Assuntos Europeus

Joana Ribeiro – investigadora

João Antunes - trabalhador de call center

João Boavida - professor universitário aposentado

João Carlos Alves - professor

João Carlos Carvalho - professor universitário

João Figueira - professor, jornalista

João Freire de Noronha - professor no politécnico

João Hernandez Cardoso - bancário

João José Cardoso - professor

João Leal Amado - professor universitário

João Paulo Avelãs Nunes - professor universitário

João Paulo Dias - sociólogo

João Pedro Gonçalves - professor

João Pedro Lopes - engenheiro

João Reis Torgal - desempregado

João Rodrigues - economista

João Sá - professor

João Vasco Barata - advogado-estagiário

Joaquim Cardoso Rodrigues - administrativo

Joaquim Feio - professor universitário aposentado

Joaquim Gomes Quaresma - inspector tributário

Joaquim Pires Valentim - professor universitário

Joaquim Viana da Fonseca - engenheiro

Jorge Leite - professor universitário aposentado

Jorge Machado Martins - médico

Jorge Martinho - arquitecto

Jorge Martins - professor

Jorge Pais de Sousa - pós-doutorando

Jorge Simões - produtor cultural

José António Bandeirinha - professor universitário

José Antunes - professor aposentado

José Augusto Ferreira da Silva - advogado

José Augusto Xavier Nunes - desempregado

José Couceiro - médico

José Cruz - trabalhador do comércio

José Dias - técnico de turismo

José Diogo Silva - técnico de teatro

José João Lucas - professor

José Júlio Marques - desempregado

José Luís Pascoal Soares - trabalhador da EDP aposentado

José Manuel Faria - maquinista

José Manuel Pureza - professor universitário

José Manuel Soares - desempregado

José Melo Ferreira - biólogo

José Moreira dos Santos - funcionário público

José Morgado Pereira - médico

José Paulo Marques - engenheiro técnico informático

José Reis - professor universitário

José Rosmaninho Baptista - engenheiro aposentado

José Vieira Lourenço - professor aposentado

Júlia Correia - professora

Júlia Garraio - investigadora

Julieta Dinis - aposentada

Júlio Ramos - ex-presidente do União de Coimbra

Leonor Barata - coreógrafa

Leonor Marinho Dias - técnica superior

Leonor Negrão - professora

Lia Lucas Rodrigues - antropóloga

Lia Marques Esteves - estudante

Lia Relvão - designer

Lídia Pereira Rodrigues - estudante

Liliana Simões - desempregada

Lino Rodrigues Tralhão - investigador

Luís Almeida Duarte - técnico de análises

Luís Antunes Santos - trabalhador judiciário

Luís Cortesão - engenheiro

Luís Fernandes Quintans - comerciante

Luís Filipe Costa - engenheiro civil

Luís Gouveia - gerente

Luís Januário - médico pediatra

Luís Mendes Dinis -empregado da hotelaria

Luís Pita Pestana

Luís Reis Torgal - professor universitário aposentado

Luísa Bebiano Correia - arquiteta

Luiza Cruz - professora aposentada

Madalena Duarte - socióloga

Madalena Relvão - professora

Magda Madeira - enfermeira

Manuel Campos Coroa - técnico de análises clínicas

Manuel Frota - aposentado

Manuel Lapa - geólogo aposentado

Manuel Laranjeira Veiga - licenciada em direito

Manuela Afonso - animadora sócio cultural

Manuela Cruzeiro - historiadora

Manuela Tavares Ribeiro - professora universitária

Margarida Figueira - professora aposentada

Margarida Marques - professora

Maria Adosinda Henriques - socióloga

Maria Albertina Costa - assistente social

Maria Amélia Santos - enfermeira aposentada

Maria Catarina Fonseca - intérprete

Maria da Assunção Campos - assessora da UC

Maria da Conceição Duarte - educadora de infância

Maria da Conceição Romeiro - professora

Maria da Conceição Ruivo - cientista, escritora

Maria da Graça Monteiro - funcionária pública

Maria de Fátima Furtado

Maria de Fátima Lopes - professora

Maria de Fátima Morgado - professora

Maria de Fátima Pereira Silva - professora

Maria de Fátima Quaresma - aposentada

Maria de Fátima Santos e Silva - aposentada

Maria de Fátima Silva - operadora de supermercado

Maria de Fátima Sousa - doméstica

Maria de Fátima Toscano -  socióloga

Maria de Fátima Valente - professora

Maria de Lurdes Campos - técnica de gestão

Maria do Carmo Calado Lopes - investigadora

Maria do Carmo Rosa Lopes - professora universitária

Maria do Carmo Teixeira - técnica superior de contabilidade

Maria do Sameiro Antoninho - médica aposentada

Maria dos Anjos Rodrigues - modista

Maria Eugénia Lemos - professora

Maria Gabriela Antunes - aposentada

Maria Helena Dias da Silva - professora

Maria Helena Dias Loureiro - professora

Maria Helena Martins - professora universitária aposentada

Maria Hermínia Misarela - professora aposentada

Maria Isabel Machado Prata - investigadora

Maria João Filipe - técnica de serviço social

Maria João Reis Torgal -  professora

Maria José Canelo - professora universitária

Maria José Cardoso - professora aposentada

Maria José Marçal Silva - técnica de diagnóstico

Maria Manuela Fantasia - professora do ensino superior
politécnico

Maria Manuela Neves - professora

Maria Manuela Nobre Rodrigues - professora aposentada

Maria Soledad Boada - aposentada

Maria Teresa Antunes - professora

Maria Teresa Santos - professora aposentada

Mariana Araújo - designer

Mariana Dias - jurista

Mário André Carvalhal - arquiteto

Mário de Jesus Ferreira - empregado de hotelaria

Mário Santos Oliveira - profissional de seguros aposentado

Marisa Matias - eurodeputada

Marisa Vaz Leiria - arquiteta

Michael Garcia Rodrigues - desempregado

Miguel Cardina - historiador

Miguel Dias - professor

Miguel Lima - empresário

Miguel Mesquita - médico

Mónica Rafael Simões - investigadora

Neide Ribeiro - professora/tradutora

Neise Garzesi - aposentada

Nuno Carmo Freitas - professor

Nuno Mesquita - biólogo

Nuno Rosa - técnico de gás

Nuno Serra - geógrafo

Olga Matos - desempregada

Olinda Lousã - bancária, sindicalista

Óscar Loureiro Silva - vendedor

Osvaldo Silvestre - professor universitário

Patrícia Marinho - estudante

Paula Cristina Silva - professora

Paula Fernando - advogada, investigadora

Paula Matos

Paula Pereira - bolseira de investigação

Paulo Abrantes - fotógrafo

Paulo Anjos - assistente social

Paulo Antunes - arquiteto

Paulo França - fotógrafo

Paulo Gil - professor universitário

Paulo Peixoto - professor universitário

Paulo Pereira - assistente social

Paulo Saraiva - professor universitário

Pedro Bingre do Amaral - professor universitário

Pedro Ferreira - professor universitário

Pedro Gouveia - engenheiro civil

Pedro Hespanha - professor universitário

Pedro Rodrigues - produtor cultural

Pedro Serra - engenheiro civil

Petra Pinto, artista

Raquel Maria Francisco

Raquel Misarela - conservadora/restauradora

Renata Abreu - estudante

Ricardo Carreira - empresário

Ricardo Castanheira - diretor da Microsoft Brasil

Rita Alcaire - antropóloga

Rita Campos - bióloga

Rita Júlio - psicóloga

Rita Marnoto - professora universitária

Rita Pureza - doutoranda

Rita Santos - investigadora, doutoranda

Robert Grant - professor

Rogério Madeira - professor

Rosa Bandeirinha - estudante

Rosário Gama - professora aposentada

Rosário Pericão - bibliotecária aposentada

Rui Bebiano - historiador, professor universitário

Rui Calado - professor

Rui Custódia Esteves - administrativo

Rui Fachada - estudante, desempregado

Rui Lino Romão - técnico oficial de contas

Rui Lobo - arquiteto

Rui Marques - professor universitário

Rui Pato, médico

Sandra Silvestre - ativista de cooperação para o
desenvolvimento

Sara Araújo - socióloga

Sara Quaresma - farmacêutica

Serafim Duarte - professor

Sérgio Duarte Neto - professor

Sérgio Gomes - videasta

Sérgio Rodrigues - professor universitário

Sílvia Machado - consultora artística

Sílvia Portugal - socióloga, professora universitária

Sofia José Santos - investigadora, doutoranda

Sónia Silva Santos - professora universitária

Soraia Salgado - empregada de refeitório

Teresa Almeida Cravo - professora universitária

Teresa Chorão Fonseca - professora

Teresa Cunha - professora,investigadora

Teresa Loff - professora

Teresa Maria Pais - magistrada judicial

Teresa Paula Lopes - professora

Teresa Pratas Jorge - economista

Teresa Sá - professora

Teresa Silva - escriturária

Teresa Vasconcelos - professora ensino superior

Tiago Fiadeiro - arquiteto

Vasco Pinto - comerciante

Vasco Sousa Almeida - professor

Victor Manuel Pereira - assessor informático

Victor Manuel Silva Ferreira - tradutor/revisor

Victor Simões - oficial na reserva

Virgílio Ferreira – pedreiro

Vítor Branco - eletricista

Vítor Sá de Miranda

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